segunda-feira, 31 de outubro de 2016

ENSINAMENTOS DE UM MENDIGO

Um mendigo sentava-se na calçada, num lugar por onde passavam muitas pessoas e ao lado colocava uma placa com os seguintes dizeres:
"Vejam como sou feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, vivo confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado". Alguns transeuntes olhavam intrigados, outros o achavam maluco, mas a maioria das pessoas dava-lhe dinheiro, tiravam fotos, inclusive ele já havia sido entrevistado na Tv. Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e notava que a cada dia a quantia era maior. Numa bela manhã, um importante executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e disse:
Você é muito criativo, gostaria de ter você como assistente de marketing da minha empresa.
Vamos lá. Só tenho a ganhar, respondeu o mendigo.
Após um belo banho e com roupas novas, foi até à empresa e as suas idéias fizeram do primeiro produto publicitado um sucesso de vendas. Daí para frente a sua vida foi uma seqüência de sucessos e em certo tempo tornou-se um dos sócios majoritários da empresa. Numa entrevista coletiva, esclareceu como conseguiu deixar à mendicidade e chegar a tão alta posição. 
Contou ele:
Bem, houve uma época em que eu acostumava sentar-me nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia:
Sou um nada neste mundo! Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado pela vida! Não consigo um emprego! Mal consigo sobreviver! As coisas iam de mal a pior quando, numa noite, achei um livro e decidi ler. Encontrei uma mensagem que dizia:
Tudo que fala a seu respeito vai se reforçar com o tempo. Por pior que esteja a sua vida, diga que tudo vai bem. Por muito que não gostes da tua aparência, afirme-se bonito. Por mais pobre que sejas, diga a si mesmo e aos outros que é próspero. Aquilo me tocou profundamente e, decidi trocar os dizeres da minha placa. A partir desse dia tudo começou a mudar na minha vida, até que cheguei onde estou hoje. Tive apenas que entender o Poder das Palavras. O Universo sempre apóia tudo o que dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará manifestando-se na nossa vida como realidade. Quando afirmarmos que tudo vai mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará. Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças"
Uma repórter, ironicamente, questionou: - O senhor está a querer dizer que algumas palavras escritas numa simples placa modificaram a sua vida? 
Respondeu o homem, cheio de bom humor:

"Claro que não, minha ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas!"

terça-feira, 23 de setembro de 2014

A LIÇÃO DO JARDINEIRO

Nos Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição em sua frente um lindo gramado e diversos jardineiros autônomos para fazer aparos nestes jardins.
 

Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um destes jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço, mesmo estando indignado com a pouca idade em questão.

Quando o garoto já havia terminado o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone da casa, e foi prontamente atendido.

Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava:

– A senhora está precisando de um jardineiro?
– Não. Eu já tenho um - respondeu.
– Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.
– Isso o meu jardineiro também faz.
– Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço - disse ele.
– Mas o meu jardineiro também faz isso...
– Eu faço o atendimento o mais rápido possível.
– O meu jardineiro também me atende prontamente!
– O meu preço é um dos melhores.
– Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.

Desligando o telefone, o executivo disse a ele:

– Meu rapaz, você perdeu um cliente.
– Não - respondeu o garoto. – Eu sou o jardineiro dela. Estava apenas medindo o quanto ela estava satisfeita.


 Autor: Desconhecido