quarta-feira, 17 de setembro de 2014

DIAMANTES OU PEDRAS

Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua cheia. 
Pensava desta forma: 
Se tivesse um carro novo, seria feliz... 
Se tivesse uma casa grande, seria feliz... 
Se tivesse um excelente trabalho, seria feliz... Foi quando tropeçou numa sacolinha cheia de pedras.
 Ele começou a jogar as pedrinhas, uma a uma, no mar, cada vez que dizia:
Seria feliz se tivesse... Assim o fez ficando somente com uma pedrinha na sacola, que decidiu guardá-la. 
Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um diamante muito valioso! 
Imagine quantos diamantes ele jogou no mar enquanto não parava de pensar? Assim são algumas pessoas: jogam fora seus preciosos tesouros por estarem esperando o que acreditam ser perfeito, ou sonhando e desejando o que não têm, sem valorizar o que tem perto delas. Se olhassem ao redor, parando para observar, perceberiam o quão afortunadas são! Muito perto de si está sua felicidade. 
Cada pedrinha deve ser observada. Pode ser um diamante valioso... Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e insubstituível. Depende de nós aproveitá-los ou lançá-los ao mar do esquecimento para nunca mais recuperá-los. 
E você: como anda jogando suas pedrinhas? 

Autor: Desconhecido

segunda-feira, 15 de setembro de 2014

O NAUFRÁGIO

Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por estar vivo e ter conseguido se agarrar a parte dos destroços para poder ficar boiando.
Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.
Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais e, também para guardar seus poucos pertences, e como sempre, agradeceu.
Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.
No entanto um dia quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça, terrivelmente desesperado, ele se revoltou.
Gritava chorando:
- O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?
Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
- Viemos resgatá-lo, disseram.
- Como souberam que eu estava aqui?, perguntou ele.
- Nos vimos o seu sinal de fumaça!
E comum sentirmo-nos desencorajados e até mesmo desesperados, quando as coisas vão mal. Mas, Deus age em nosso beneficio, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.

“A esperança é uma conseqüência da fé”.