Um senhor, há muito tempo, tanto falou que seu
vizinho era ladrão que o rapaz acabou preso!
Dias depois, descobriram que era inocente.
O rapaz foi solto, e processou o homem.
No tribunal, o velho diz ao juiz:
– Comentários não causam tanto mal.
E o juiz responde:
– Escreva os comentários em um papel, depois pique e jogue os pedaços no
caminho de casa. Amanhã, volte para ouvir a sentença.
O senhor obedeceu e voltou no dia seguinte.
Chegando lá, o Juiz disse:
– Antes da sentença, terá que catar os pedaços de papel que espalhou
ontem.
Responde o velho:
– Não posso fazer isso! O vento deve tê-los espalhado, já não sei onde
estão...
Responde o juiz:
– Da mesma maneira, um simples comentário pode destruir a honra de um
homem, a ponto de não podermos consertar o mal.
Se não se pode falar bem de uma pessoa, é melhor que não se diga nada.
domingo, 6 de novembro de 2016
sábado, 5 de novembro de 2016
PARÁBOLA DA ROSA
Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente.
Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou,
“Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?”
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar, ela morreu.
Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou,
“Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?”
Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar, ela morreu.
Assim é com muitas pessoas.
Dentro de cada alma há uma rosa: são as qualidades dadas por Deus.
Dentro de cada alma temos também os espinhos: são as nossas falhas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.
Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós e, consequentemente, ele morre.
Nunca percebemos o nosso potencial.
Algumas pessoas não veem a rosa dentro delas mesmas.
Portanto alguém mais deve mostrar a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor.
Olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras falhas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Portanto sorriam e descubram as rosas que existe dentro de cada um de vocês e das pessoas que amam…
Dentro de cada alma há uma rosa: são as qualidades dadas por Deus.
Dentro de cada alma temos também os espinhos: são as nossas falhas.
Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos.
Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior.
Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós e, consequentemente, ele morre.
Nunca percebemos o nosso potencial.
Algumas pessoas não veem a rosa dentro delas mesmas.
Portanto alguém mais deve mostrar a elas.
Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas.
Esta é a característica do amor.
Olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras falhas.
Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições.
Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos.
Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes.
Portanto sorriam e descubram as rosas que existe dentro de cada um de vocês e das pessoas que amam…
sexta-feira, 4 de novembro de 2016
PARÁBOLA DA CAIXINHA
Um granjeiro pediu certa vez a um sábio, que o ajudasse a
melhorar sua granja, que tinha baixo rendimento. O sábio escreveu algo em um
pedaço de papel e colocou em uma caixa, fechou e entregou ao granjeiro,
dizendo: “Leva esta caixa por todos os lados de sua granja, três vezes ao dia,
durante um ano”.
Assim fez o granjeiro. Pela manhã, ao ir ao campo segurando
a caixa, encontrou um empregado dormindo, quando deveria estar trabalhando.
Acordou-o e chamou sua atenção. Ao meio dia, quando foi ao estábulo, encontrou
o gado sujo e os cavalos sem alimentar.
E à noite, indo à cozinha com a caixa, deu-se conta de que o
cozinheiro estava desperdiçando os gêneros. A partir daí, todos os dias ao
percorrer sua granja, de um lado para outro, com seu amuleto, encontrava coisas
que deveriam ser corrigidas.
Ao final do ano, voltou a encontrar o sábio e lhe disse:
“Deixa esta caixa comigo por mais um ano; minha granja melhorou o rendimento
desde que estou com o amuleto.”
O sábio riu e, abrindo a caixa, disse: – “Podes ter este
amuleto pelo resto da sua vida.”
No papel havia escrito a seguinte frase:
“Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente.”
“Se queres que as coisas melhorem, deves acompanhá-las constantemente.”
quarta-feira, 2 de novembro de 2016
O HOMEM O BURRO E O FILHO
Um homem ia com o filho levar um burro para vender no
mercado.
– O que você tem na cabeça para levar um burro estrada afora
sem nada no lombo enquanto você se cansa? – disse um homem que passou por eles.
Ouvindo aquilo, o homem montou o filho no burro, e os três
continuaram seu caminho.
– Ô rapazinho preguiçoso, que vergonha deixar o seu pobre
pai, um velho andar a pé enquanto vai montado! – disse outro homem com quem
cruzaram.
O homem tirou o filho de cima do burro e montou ele mesmo.
Passaram duas mulheres e uma disse para a outra:
– Olhe só que sujeito egoísta! Vai no burro e o filhinho a
pé, coitado…
Ouvindo aquilo, o homem fez o menino montar no burro na
frente dele. O primeiro viajante que apareceu na estrada perguntou ao homem:
– Esse burro é seu?
O homem disse que sim. O outro continuou:
– Pois não parece, pelo jeito como o senhor trata o bicho.
Ora, o senhor é que devia carregar o burro em lugar de fazer com que ele
carregasse duas pessoas.
Na mesma hora o homem amarrou as pernas do burro num pau, e
lá se foram pai e filho aos tropeções carregando o animal para o mercado.
Quando chegaram, todo mundo riu tanto que o homem, enfurecido, jogou o burro no
rio, pegou o filho pelo braço e voltou para casa.
Conclusão: Quem quer agradar todo mundo no fim não
agrada ninguém.
segunda-feira, 31 de outubro de 2016
ENSINAMENTOS DE UM MENDIGO
Um mendigo sentava-se na
calçada, num lugar por onde passavam muitas pessoas e ao lado colocava uma
placa com os seguintes dizeres:
"Vejam como sou
feliz! Sou um homem próspero, sei que sou bonito, sou muito importante, vivo
confortavelmente, sou um sucesso, sou saudável e bem humorado". Alguns
transeuntes olhavam intrigados, outros o achavam maluco, mas a maioria das
pessoas dava-lhe dinheiro, tiravam fotos, inclusive ele já havia sido
entrevistado na Tv. Todos os dias, antes de dormir, ele contava o dinheiro e
notava que a cada dia a quantia era maior. Numa bela manhã, um importante
executivo, que já o observava há algum tempo, aproximou-se e disse:
Você é muito criativo, gostaria
de ter você como assistente de marketing da minha empresa.
Vamos lá. Só tenho a
ganhar, respondeu o mendigo.
Após um belo banho e com
roupas novas, foi até à empresa e as suas idéias fizeram do primeiro produto
publicitado um sucesso de vendas. Daí para frente a sua vida foi uma seqüência
de sucessos e em certo tempo tornou-se um dos sócios majoritários da empresa.
Numa entrevista coletiva, esclareceu como conseguiu deixar à mendicidade e
chegar a tão alta posição.
Contou ele:
Bem, houve uma época em
que eu acostumava sentar-me nas calçadas com uma placa ao lado, que dizia:
Sou um nada neste mundo!
Ninguém me ajuda! Não tenho onde morar! Sou um homem fracassado e maltratado
pela vida! Não consigo um emprego! Mal consigo sobreviver! As coisas iam de mal
a pior quando, numa noite, achei um livro e decidi ler. Encontrei uma mensagem
que dizia:
Tudo que fala a seu
respeito vai se reforçar com o tempo. Por pior que esteja a sua vida, diga que
tudo vai bem. Por muito que não gostes da tua aparência, afirme-se bonito. Por
mais pobre que sejas, diga a si mesmo e aos outros que é próspero. Aquilo me
tocou profundamente e, decidi trocar os dizeres da minha placa. A partir desse
dia tudo começou a mudar na minha vida, até que cheguei onde estou hoje. Tive
apenas que entender o Poder das Palavras. O Universo sempre apóia tudo o que
dissermos, escrevermos ou pensarmos a nosso respeito e isso acabará
manifestando-se na nossa vida como realidade. Quando afirmarmos que tudo vai
mal, que nossa aparência é horrível, que nossos bens materiais são ínfimos, a
tendência é que as coisas fiquem piores ainda, pois o Universo as reforçará.
Ele materializa em nossa vida todas as nossas crenças"
Uma repórter,
ironicamente, questionou: - O senhor está a querer dizer que algumas palavras
escritas numa simples placa modificaram a sua vida?
Respondeu o homem, cheio
de bom humor:
"Claro que não, minha
ingênua amiga! Primeiro eu tive que acreditar nelas!"
terça-feira, 23 de setembro de 2014
A LIÇÃO DO JARDINEIRO
Nos
Estados Unidos, a maioria das residências tem por tradição em sua frente um
lindo gramado e diversos jardineiros autônomos para fazer aparos nestes
jardins.
Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um destes jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço, mesmo estando indignado com a pouca idade em questão.
Quando o garoto já havia terminado o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone da casa, e foi prontamente atendido.
Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava:
– A senhora está precisando de um jardineiro?
– Não. Eu já tenho um - respondeu.
– Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.
– Isso o meu jardineiro também faz.
– Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço - disse ele.
– Mas o meu jardineiro também faz isso...
– Eu faço o atendimento o mais rápido possível.
– O meu jardineiro também me atende prontamente!
– O meu preço é um dos melhores.
– Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.
Desligando o telefone, o executivo disse a ele:
– Meu rapaz, você perdeu um cliente.
– Não - respondeu o garoto. – Eu sou o jardineiro dela. Estava apenas medindo o quanto ela estava satisfeita.
Autor: Desconhecido
Um dia, um executivo de marketing de uma grande empresa americana contratou um destes jardineiros. Chegando em sua casa, o executivo viu que estava contratando um garoto de apenas 13 anos de idade, mas como já estava contratado, ele pediu para que o garoto executasse o serviço, mesmo estando indignado com a pouca idade em questão.
Quando o garoto já havia terminado o serviço, solicitou ao executivo a permissão para utilizar o telefone da casa, e foi prontamente atendido.
Contudo, o executivo não pode deixar de ouvir a conversa. O garoto havia ligado para uma senhora e perguntava:
– A senhora está precisando de um jardineiro?
– Não. Eu já tenho um - respondeu.
– Mas além de aparar, eu também tiro o lixo.
– Isso o meu jardineiro também faz.
– Eu limpo e lubrifico todas as ferramentas no final do serviço - disse ele.
– Mas o meu jardineiro também faz isso...
– Eu faço o atendimento o mais rápido possível.
– O meu jardineiro também me atende prontamente!
– O meu preço é um dos melhores.
– Não, muito obrigada! O preço do meu jardineiro também é muito bom.
Desligando o telefone, o executivo disse a ele:
– Meu rapaz, você perdeu um cliente.
– Não - respondeu o garoto. – Eu sou o jardineiro dela. Estava apenas medindo o quanto ela estava satisfeita.
Autor: Desconhecido
quinta-feira, 18 de setembro de 2014
O IDIOTA E AS ESMOLAS
Conta-se que, em uma cidade do interior, um
grupo de pessoas se divertia com um idiota que vivia de pequenos biscates e
esmolas.
Diariamente eles o chamavam ao bar onde se reuniam oferecendo-lhe a escolha entre duas moedas: uma grande, de 400 réis, e outra menor, de 2.000 réis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
Ele respondeu: – Eu sei. Não sou tão tolo assim. Ela vale quatro vezes menos. Mas, no dia que eu escolher a outra moeda, a brincadeira acaba e não mais ganharei minha moeda.
Diariamente eles o chamavam ao bar onde se reuniam oferecendo-lhe a escolha entre duas moedas: uma grande, de 400 réis, e outra menor, de 2.000 réis.
Ele sempre escolhia a maior e menos valiosa, o que era motivo de risos para todos.
Certo dia, um dos membros do grupo chamou-o e lhe perguntou se ainda não havia percebido que a moeda maior valia menos.
Ele respondeu: – Eu sei. Não sou tão tolo assim. Ela vale quatro vezes menos. Mas, no dia que eu escolher a outra moeda, a brincadeira acaba e não mais ganharei minha moeda.
quarta-feira, 17 de setembro de 2014
DIAMANTES OU PEDRAS
Certa vez, um homem caminhava pela praia numa noite de lua
cheia.
Pensava desta forma:
Se tivesse um carro novo, seria feliz...
Se tivesse
uma casa grande, seria feliz...
Se tivesse um excelente trabalho, seria
feliz... Foi quando tropeçou numa sacolinha cheia de pedras.
Ele começou a
jogar as pedrinhas, uma a uma, no mar, cada vez que dizia:
Seria feliz se
tivesse... Assim o fez ficando somente com uma pedrinha na sacola, que decidiu
guardá-la.
Ao chegar em casa percebeu que aquela pedrinha tratava-se de um
diamante muito valioso!
Imagine quantos diamantes ele jogou no mar enquanto não
parava de pensar? Assim são algumas pessoas: jogam fora seus preciosos tesouros
por estarem esperando o que acreditam ser perfeito, ou sonhando e desejando o
que não têm, sem valorizar o que tem perto delas. Se olhassem ao redor, parando
para observar, perceberiam o quão afortunadas são! Muito perto de si está sua
felicidade.
Cada pedrinha deve ser observada. Pode ser um diamante valioso...
Cada um de nossos dias pode ser considerado um diamante precioso, valioso e
insubstituível. Depende de nós aproveitá-los ou lançá-los ao mar do
esquecimento para nunca mais recuperá-los.
E você: como anda jogando suas
pedrinhas?
Autor: Desconhecido
segunda-feira, 15 de setembro de 2014
O NAUFRÁGIO
Após um naufrágio, o único sobrevivente agradeceu a Deus por
estar vivo e ter conseguido se agarrar a parte dos destroços para poder ficar
boiando.
Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.
Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais e, também para guardar seus poucos pertences, e como sempre, agradeceu.
Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.
No entanto um dia quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça, terrivelmente desesperado, ele se revoltou.
Gritava chorando:
- O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?
Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
- Viemos resgatá-lo, disseram.
- Como souberam que eu estava aqui?, perguntou ele.
- Nos vimos o seu sinal de fumaça!
E comum sentirmo-nos desencorajados e até mesmo desesperados, quando as coisas vão mal. Mas, Deus age em nosso beneficio, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
Este único sobrevivente foi parar em uma pequena ilha desabitada, fora de qualquer rota de navegação, e ele agradeceu novamente.
Com muita dificuldade e restos dos destroços, ele conseguiu montar um pequeno abrigo para que pudesse se proteger do sol, da chuva, de animais e, também para guardar seus poucos pertences, e como sempre, agradeceu.
Nos dias seguintes, a cada alimento que conseguia caçar ou colher, ele agradecia.
No entanto um dia quando voltava da busca por alimentos, ele encontrou o seu abrigo em chamas, envolto em altas nuvens de fumaça, terrivelmente desesperado, ele se revoltou.
Gritava chorando:
- O pior aconteceu! Perdi tudo! Deus, por que fizeste isso comigo?
Chorou tanto, que adormeceu, profundamente cansado.
No dia seguinte bem cedo, foi despertado pelo som de um navio que se aproximava.
- Viemos resgatá-lo, disseram.
- Como souberam que eu estava aqui?, perguntou ele.
- Nos vimos o seu sinal de fumaça!
E comum sentirmo-nos desencorajados e até mesmo desesperados, quando as coisas vão mal. Mas, Deus age em nosso beneficio, mesmo nos momentos de dor e sofrimento.
“A esperança é uma conseqüência da fé”.
quarta-feira, 19 de março de 2014
O BARQUEIRO E O VIAJANTE
Um viajante caminhava pelas margens de um grande lago de
águas cristalinas e imaginava uma forma de chegar até o outro lado, onde era
seu destino.
Suspirou profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra “acreditar” e no outro “agir”.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.
O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.
- Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade: agir e acreditar.
Não basta apenas acreditar, senão, o barco ficará rodando em círculos, é preciso também agir para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.
Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.
Suspirou profundamente, enquanto tentava fixar o olhar no horizonte. A voz de um homem de cabelos brancos quebrou o silêncio momentâneo, oferecendo-se para transportá-lo. Era um barqueiro.
O pequeno barco envelhecido, no qual a travessia seria realizada, era provido de dois remos de madeira de carvalho. O viajante olhou detidamente e percebeu o que pareciam ser letras em cada remo. Ao colocar os pés empoeirados dentro do barco, observou que eram mesmo duas palavras. Num dos remos estava entalhada a palavra “acreditar” e no outro “agir”.
Não podendo conter a curiosidade, perguntou a razão daqueles nomes originais dados aos remos.
O barqueiro pegou o remo, no qual estava escrito acreditar, e remou com toda força. O barco, então, começou a dar voltas sem sair do lugar em que estava. Em seguida, pegou o remo em que estava escrito agir e remou com todo vigor. Novamente o barco girou em sentido oposto, sem ir adiante.
Finalmente, o velho barqueiro, segurando os dois remos, movimentou-os ao mesmo tempo e o barco, impulsionado por ambos os lados, navegou através das águas do lago, chegando calmamente à outra margem.
Então o barqueiro disse ao viajante:
- Este barco pode ser chamado de autoconfiança. E a margem é a meta que desejamos atingir.
- Para que o barco da autoconfiança navegue seguro e alcance a meta pretendida, é preciso que utilizemos os dois remos ao mesmo tempo e com a mesma intensidade: agir e acreditar.
Não basta apenas acreditar, senão, o barco ficará rodando em círculos, é preciso também agir para movimentá-lo na direção que nos levará a alcançar a nossa meta.
Agir e acreditar. Impulsionar os remos com força e com vontade, superando as ondas e os vendavais e não esquecer que, por vezes, é preciso remar contra a maré.
CAMINHO DE FLORES
Um homem morava na cidade grande e trabalhava em uma fábrica. Todos os dias ele pegava o ônibus das 6:15h e viajava cinqüenta
minutos até o trabalho. À tardinha fazia a mesma coisa voltando para a casa.
No ponto seguinte ao que o homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.
Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa.
Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:
- Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora está jogando pela janela?
- Bom dia, respondeu a velhinha. - Jogo sementes.
- Sementes? Sementes de que?
- De flor. É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia.
E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom.
- Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada?
- Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
- Mesmo assim, demoram a crescer, precisam de água.
- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer.
Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu “trabalho”. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio “caduca”.
O tempo passou...
Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto, olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias. A paisagem estava colorida, perfumada e linda.
O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo.
- A velhinha das sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado.
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. “Quem diria, as flores brotaram mesmo”, pensou. “Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda”.
Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança. No banco da frente, um garotinho apontava pela janela entusiasmado: Olha mãe, que lindo, quanta flor pela estrada. Como se chamam aquelas azuis?
Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas. No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso.
“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente”.
No ponto seguinte ao que o homem subia, entrava uma velhinha, que procurava sempre sentar na janela. Abria a bolsa tirava um pacotinho e passava a viagem toda jogando alguma coisa para fora do ônibus.
Um dia, o homem reparou na cena. Ficou curioso. No dia seguinte, a mesma coisa.
Certa vez o homem sentou-se ao lado da velhinha e não resistiu:
- Bom dia, desculpe a curiosidade, mas o que a senhora está jogando pela janela?
- Bom dia, respondeu a velhinha. - Jogo sementes.
- Sementes? Sementes de que?
- De flor. É que eu viajo neste ônibus todos os dias. Olho para fora e a estrada é tão vazia.
E gostaria de poder viajar vendo flores coloridas por todo o caminho. Imagine como seria bom.
- Mas a senhora não vê que as sementes caem no asfalto, são esmagadas pelos pneus dos carros, devoradas pelos passarinhos. A senhora acha que essas flores vão nascer aí, na beira da estrada?
- Acho, meu filho. Mesmo que muitas sejam perdidas, algumas certamente acabam caindo na terra e com o tempo vão brotar.
- Mesmo assim, demoram a crescer, precisam de água.
- Ah, eu faço minha parte. Sempre há dias de chuva. Além disso, apesar da demora, se eu não jogar as sementes, as flores nunca vão nascer.
Dizendo isso, a velhinha virou-se para a janela aberta e recomeçou seu “trabalho”. O homem desceu logo adiante, achando que a velhinha já estava meio “caduca”.
O tempo passou...
Um dia, no mesmo ônibus, sentado à janela, o homem levou um susto, olhou para fora e viu margaridas na beira da estrada, hortênsias azuis, rosas, cravos, dálias. A paisagem estava colorida, perfumada e linda.
O homem lembrou-se da velhinha, procurou-a no ônibus e acabou perguntando para o cobrador, que conhecia todo mundo.
- A velhinha das sementes? Pois é, morreu de pneumonia no mês passado.
O homem voltou para o seu lugar e continuou olhando a paisagem florida pela janela. “Quem diria, as flores brotaram mesmo”, pensou. “Mas de que adiantou o trabalho da velhinha? A coitada morreu e não pode ver esta beleza toda”.
Nesse instante, o homem escutou uma risada de criança. No banco da frente, um garotinho apontava pela janela entusiasmado: Olha mãe, que lindo, quanta flor pela estrada. Como se chamam aquelas azuis?
Então, o homem entendeu o que a velhinha tinha feito. Mesmo não estando ali para contemplar as flores que tinha plantado, a velhinha devia estar feliz. Afinal, ela tinha dado um presente maravilhoso para as pessoas. No dia seguinte, o homem entrou no ônibus, sentou-se numa janela e tirou um pacotinho de sementes do bolso.
“Se não houver frutos, valeu a beleza das flores. Se não houver flores, valeu a sombra das folhas. Se não houver folhas, valeu a intenção da semente”.
terça-feira, 18 de março de 2014
O FAZENDEIRO E O CAVALO
Um dia, o cavalo de um camponês caiu num poço. Não chegou a
se ferir, mas não podia sair dali por conta própria. Por isso o animal chorou
fortemente durante horas, enquanto o camponês pensava no que fazer.
Finalmente, o camponês tomou uma decisão cruel: concluiu que já que o cavalo
estava muito velho e que o poço estava mesmo seco, precisaria ser tapado de
alguma forma. Portanto, não valia a pena se esforçar para tirar o cavalo de
dentro do poço. Ao contrário, chamou seus vizinhos para ajudá-lo a enterrar
vivo o animal.
Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço. O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente.
Porém, para surpresa de todos, o cavalo aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.
A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai te jogar muita terra nas costas. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.
Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!
Cada um deles pegou uma pá e começou a jogar terra dentro do poço. O cavalo não tardou a se dar conta do que estavam fazendo com ele e chorou desesperadamente.
Porém, para surpresa de todos, o cavalo aquietou-se depois de umas quantas pás de terra que levou. O camponês finalmente olhou para o fundo do poço e se surpreendeu com o que viu.
A cada pá de terra que caía sobre suas costas o cavalo a sacudia, dando um passo sobre esta mesma terra que caía ao chão. Assim, em pouco tempo, todos viram como o cavalo conseguiu chegar até a boca do poço, passar por cima da borda e sair dali trotando.
A vida vai te jogar muita terra nas costas. Principalmente se você já estiver dentro de um poço. O segredo para sair do poço é sacudir a terra que se leva nas costas e dar um passo sobre ela.
Cada um de nossos problemas é um degrau que nos conduz para cima. Podemos sair dos mais profundos buracos se não nos dermos por vencidos. Use a terra que te jogam para seguir adiante!
segunda-feira, 17 de março de 2014
O VELHO SAMURAI
Perto de Tóquio vivia um grande samurai, já idoso, que se
dedicava a ensinar zen aos jovens.
Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Apesar de sua idade, corria a lenda de que ainda era capaz de derrotar qualquer adversário.
Certa tarde, um guerreiro conhecido por sua total falta de escrúpulos apareceu
por ali.
Queria derrotar o samurai e aumentar sua fama.
O velho não aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir.
“A calma na luta é sempre um sinal de força e confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo”.
O velho não aceitou o desafio e o jovem começou a insultá-lo.
Chutou algumas pedras em sua direção, cuspiu em seu rosto, gritou insultos, ofendeu seus ancestrais.
Durante horas fez tudo para provocá-lo, mas o velho permaneceu impassível.
No final da tarde, sentindo-se já exausto e humilhado, o impetuoso guerreiro retirou-se.
Desapontados, os alunos perguntaram ao mestre como ele pudera suportar tanta indignidade.
- Se alguém chega até você com um presente, e você não o aceita a quem pertence o presente?
- A quem tentou entregá-lo, respondeu um dos discípulos.
- O mesmo vale para a inveja, a raiva e os insultos.
Quando não são aceitos, continuam pertencendo a quem o carregava consigo.
A sua paz interior depende exclusivamente de você.
As pessoas não podem lhe tirar a calma. Só se você permitir.
“A calma na luta é sempre um sinal de força e confiança, enquanto a violência, pelo contrário, é prova de fraqueza e de falta de confiança em si mesmo”.
domingo, 16 de março de 2014
A SERPENTE E O VAGALUME
Conta a lenda que, uma vez uma serpente começou a perseguir
um vagalume. Este, fugia rápido, com medo da feroz predadora, e a serpente nem
pensava em desistir.
O vagalume fugiu um dia e ela não desistia, dois dias e
nada...
No terceiro dia, já sem forças, o vagalume parou e disse a serpente:
- Posso lhe fazer três perguntas?
- Não costumo abrir esse precedente a ninguém, mas já que vou te devorar mesmo,
pode perguntar...
- Pertenço a sua cadeia alimentar?
- Não, responde a serpente.
- Eu te fiz algum mal?
- Não, continua a serpente.
- O vagalume sem entender, pergunta: Então, por que você quer acabar comigo?
- “A serpente conclui: Porque não suporto ver você brilhar...”.
PARÁBOLA DA ESTRELA DO MAR
Um homem estava caminhando ao pôr do sol em uma praia
deserta. À medida que caminhava, começou a avistar outro homem à distância. Ao
se aproximar do nativo, notou que ele se inclinava, apanhando algo e atirando
na água.
Repetidamente, continuava jogando coisas no mar.
Ao se aproximar ainda mais, nosso amigo notou que o homem estava apanhando
estrelas do mar que haviam sido levadas para a praia e, uma de cada vez, as
estava lançando de volta à água.
Nosso amigo ficou intrigado. Aproximou-se do homem e disse:
- Boa tarde, amigo! Estava tentando adivinhar o que você está fazendo.
Nosso amigo ficou intrigado. Aproximou-se do homem e disse:
- Boa tarde, amigo! Estava tentando adivinhar o que você está fazendo.
O homem respondeu: - Estou devolvendo estas estrelas do mar
ao oceano. Você sabe, a maré está baixa e todas as estrelas do mar foram
trazidas para a praia e se eu não as lançar de volta ao mar, elas morrerão por
falta de oxigênio.
- Entendo, respondeu o homem. Mas deve haver milhares de estrelas do mar nesta praia, provavelmente você não será capaz de apanhar todas elas. É que são muitas, simplesmente. Você percebe que provavelmente isso está acontecendo em centenas de praias acima e abaixo desta costa? Vê que não fará diferença alguma...
O nativo sorriu, curvou-se, apanhou uma outra estrela do mar e, ao arremessá-la de volta ao mar, respondeu:
- Posso não fazer a diferença para todas, mas para esta fez toda a diferença!
- Entendo, respondeu o homem. Mas deve haver milhares de estrelas do mar nesta praia, provavelmente você não será capaz de apanhar todas elas. É que são muitas, simplesmente. Você percebe que provavelmente isso está acontecendo em centenas de praias acima e abaixo desta costa? Vê que não fará diferença alguma...
O nativo sorriu, curvou-se, apanhou uma outra estrela do mar e, ao arremessá-la de volta ao mar, respondeu:
- Posso não fazer a diferença para todas, mas para esta fez toda a diferença!
PARÁBOLA DA FORMIGA DESMOTIVADA
"Todos os dias, uma formiga chegava cedinho ao
escritório e pegava duro no trabalho. A formiga era produtiva e feliz.
O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial... A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
O gerente marimbondo estranhou a formiga trabalhar sem supervisão. Se ela era produtiva sem supervisão, seria ainda mais se fosse supervisionada. E colocou uma barata, que preparava belíssimos relatórios e tinha muita experiência, como supervisora.
A primeira preocupação da barata foi a de padronizar o horário de entrada e saída da formiga. Logo, a barata precisou de uma secretária para ajudar a preparar os relatórios e contratou também uma aranha para organizar os arquivos e controlar as ligações telefônicas.
O marimbondo ficou encantado com os relatórios da barata e pediu também gráficos com indicadores e análise das tendências que eram mostradas em reuniões. A barata, então, contratou uma mosca, e comprou um computador com impressora colorida. Logo, a formiga produtiva e feliz, começou a se lamentar de toda aquela movimentação de papéis e reuniões!
O marimbondo concluiu que era o momento de criar a função de gestor para a área onde a formiga produtiva e feliz, trabalhava. O cargo foi dado a uma cigarra, que mandou colocar carpete no seu escritório e comprar uma cadeira especial... A nova gestora cigarra logo precisou de um computador e de uma assistente a pulga (sua assistente na empresa anterior) para ajudá-la a preparar um plano estratégico de melhorias e um controle do orçamento para a área onde trabalhava a formiga, que já não cantarolava mais e cada dia se tornava mais chateada.
A cigarra, então, convenceu o gerente marimbondo, que era preciso fazer uma pesquisa de clima. Mas, o marimbondo, ao rever as finanças, se deu conta de que a unidade na qual a formiga trabalhava já não rendia como antes e contratou a coruja, uma prestigiada consultora, muito famosa, para que fizesse um diagnóstico da situação. A coruja permaneceu três meses nos escritórios e emitiu um volumoso relatório, com vários volumes que concluía: Há muita gente nesta empresa!
E adivinha quem o marimbondo mandou demitir?
A formiga, claro, porque ela andava muito desmotivada e aborrecida."
sexta-feira, 14 de março de 2014
SER CAPAZ
Certa lenda conta que estavam duas crianças patinando em
cima de um lago congelado. Era uma tarde nublada e fria e as crianças brincavam
sem preocupação.
De repente, o gelo se quebrou e uma das crianças caiu na água.
A outra criança vendo que seu amiguinho se afogava de baixo do gelo, pegou uma
pedra e começou a golpear com todas as suas forças, conseguindo quebrá-lo e
salvar seu amigo.
Quando os bombeiros chegaram e viram o que havia acontecido,
perguntaram ao menino:
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!
Nesse instante apareceu um ancião e disse:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Como?
O ancião respondeu:
- Não havia ninguém ao seu redor para dizer-lhe que ele não seria capaz.
- Como você conseguiu fazer isso? É impossível que você tenha quebrado o gelo com essa pedra e suas mãos tão pequenas!
Nesse instante apareceu um ancião e disse:
- Eu sei como ele conseguiu.
Todos perguntaram:
- Como?
O ancião respondeu:
- Não havia ninguém ao seu redor para dizer-lhe que ele não seria capaz.
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